Japão leva 20 das 28 medalhas.

País da casa foi campeão em todas as categorias disputadas neste sábado. Em sétimo, Phelipe Pelim tem o melhor resultado do Brasil.


Pódio 100% japonês na categoria até 57kg no Grand Slam de Tóquio (Foto: Divulgação IJF)

Competindo em casa, ficou ainda mais fácil para a equipe japonesa mostrar seu domínio e tradição no judô, no primeiro dia do Grand Slam de Tóquio, neste sábado. O país foi campeão em todas as categorias e ainda alcançou o incrível número de 20 medalhas das 28 possíveis. O Brasil não conseguiu beliscar nenhuma das que sobraram. O melhor resultado foi de Phelipe Pelim (60kg), que terminou em sétimo lugar.

A estreia de Pelim foi com vitória por ippon sobre o chinês Yi Shang na primeira rodada. Em seguida, derrotou David Pulkrabek, da República Tcheca, por um waza-ari para avançar às quartas. Mas parou diante do cabeça de chave número um e medalhista olímpico do Japão, Naohisa Takato, que venceu por um waza-ari. Na repescagem, foi desclassificado da luta contra o japonês Toru Shishime, após levar três punições. Shishime conquistou o bronze e Takato levou a medalha de ouro na categoria.
Em todos os outros pesos, o Japão subiu no alto do pódio. Já o Brasil passou longe da medalha nas outras categorias, com Eric Takabatake (60kg), Charles Chibana (66kg), Marcelo Contini (73kg), Gabriela Chibana (48kg), Arissa Koyama (48kg), Jéssica Pereira (52kg), Rafaela Silva (57kg) e Ketleyn Quadros (63kg).
O Brasil será representado neste domingo, segundo e último dia da competição em Tóquio, por Eduardo Yudi (81kg), Victor Penalber (81kg), Eduardo Bettoni (90kg), David Moura (+100kg) e Maria Suelen Altheman (+78kg).


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